"Ele esta falando de um homem que parte da afirmação da morte, um homem que inventa a si mesmo ao invés de aceitar um modelo pré-estabelecido, um homem que tem coragem de lidar a cada segundo de sua vida com o conflito que é a escolha de cada situação. E que não atribui isso nem a Deus nem a moralidade pré estabelecida, nem ao professor, nem ao pai, nem ao avô, nem a geração passada...
É o seu gesto que determina...
É o instante e capacidade de ler a si mesmo, rever a si mesmo, reconstruir a si mesmo, que construiria esse homem forte.
Então na verdade, o Super Homem do Nietzsche... é o homem que se supera, que se inventa no presente.
O poder da força é o poder de enfrentamento com as contradições, com a vida e com a morte. Esse é o homem forte: o homem intenso que, na verdade, é o homem frágil e por isso sensível e por isso ético."